O que eu queria era que estivesses aqui, a decifrar-me as palavras, a agarrar-me as mãos, a aparar-me as lágrimas e a traduzir-me os silêncios.
O que queria mesmo era que estivesses aqui, simplesmente, agora simplesmente. A amparares-me os medos de que as partidas não tenham regresso.
Só alguém que faz parte de nós nos consegue aparar os medos.
Só temos medo que alguém parta sem regressar se essa pessoa fizer parte de nós.
Fazer parte de nós é um conceito de amor.
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Yeah Right!
De vez em quando levantam-se fantasmas do passado, que chegam até mim com as conversas da treta do costume. Terei cara de parva?
Yeah Right!
terça-feira, 13 de agosto de 2013
Nada, nunca
Há uma finitude na seiva das searas
No brilho das estrelas
Há uma (in)finitude nas luz das alvoradas
Nada, nunca
Fenecerá na seiva dos teus lábios
Nada, nunca
Será finito em nós
No brilho das estrelas
Há uma (in)finitude nas luz das alvoradas
Nada, nunca
Fenecerá na seiva dos teus lábios
Nada, nunca
Será finito em nós
Repartições cinzentas e chatas
Subo e desço escadas, palmilho ruas, cruzo-me com olhares anónimos e detenho-me em repartições de aspecto antigo. Olho de relance os imensos livros de registos e tomos gigantes - de tudo e de nada. Imagino-os repletos de rabiscos e anotações ilegíveis, esborratados pela humidade e pelo atropelo do passar dos dias iguais.
Que idade terão? Que importa isso?
Apetece-me escrever naquelas lombadas títulos de capítulos desta história.
Desta história de ti e de mim.
Lombadas brancas, escritas a preto, em caligrafia inglesa e rebuscada, como se fosse PESSOA a "poemar" a letra.
Se o fizesse, a partir de hoje, nessa repartição, os olhares cinzentos das pessoas que desesperam, passariam a sorrisos francos e simples de pessoas que apenas esperam. E anseiam ser felizes. Como nós, contados nas lombadas.
Que idade terão? Que importa isso?
Apetece-me escrever naquelas lombadas títulos de capítulos desta história.
Desta história de ti e de mim.
Lombadas brancas, escritas a preto, em caligrafia inglesa e rebuscada, como se fosse PESSOA a "poemar" a letra.
Se o fizesse, a partir de hoje, nessa repartição, os olhares cinzentos das pessoas que desesperam, passariam a sorrisos francos e simples de pessoas que apenas esperam. E anseiam ser felizes. Como nós, contados nas lombadas.
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
TU
Não sei quantos tempos existem, não sei em quantas formas se conjugam os verbos. Sei que todos os tempos são tempos de ti e que todos os verbos se conjugam na segunda pessoa: tu.
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Subscrever:
Mensagens (Atom)
